Assisti, por acaso, a um programa que passava na tv sobre essa menina, a artista Ana Prata, bem novinha, nascida no recente ano de 1980. Gostei de algumas pinturas dela, não de todas. Não gostei do cacoete de deixar quase sempre marcas de tinta escorrendo na maioria das pinturas. É somente isso: cacoete. Não gostei, também, quando ela apenas copia fotografias que não são dela. Esse tipo de apropriação do trabalho de outra pessoa não me agrada. Seguem duas pinturas dela que encontrei na rede e um texto do blog de Flávio Gomes sobre uma pintura de Ana Prata.
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terça-feira, abril 09, 2013
quarta-feira, julho 25, 2012
segunda-feira, março 26, 2012
domingo, janeiro 15, 2012
sexta-feira, dezembro 09, 2011
quarta-feira, dezembro 07, 2011
segunda-feira, novembro 28, 2011
Gerhard Richter na Tate Modern
Gerhard Richter, artista alemão, está em retrospectiva na Tate Modern até o dia 8 de janeiro de 2012. Richter tem enorme diversidade de trabalhos, técnicas e temáticas. Particularmente, me interessam suas pinturas abstratas.
.Nesta foto da Tate, aparecem o curador da Tate, Richter ao centro e o diretor da Tate, quando visitavam a mostra.
.Nesta foto, uma visitante passa em frente a duas pinturas abstratas de Richter.
.Neste vídeo abaixo, Richter mostra um pouco da técnica que utiliza para fazer suas pinturas abstratas. O vídeo é um trailer de um filme sobre Gerhard Richter.
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quarta-feira, novembro 16, 2011
quarta-feira, setembro 07, 2011
sexta-feira, setembro 02, 2011
Vânia Mignone
A Fuga - 2010 - acrílica sobre mdf - 90x90cm - políptico com 8 partes.
.Vânia Mignone nasceu em Campinas, SP (1967). Gostei do trabalho dela que insiste na pintura como forma de contar uma história. Ou seja, é isso que penso que as pinturas dela fazem. E ainda mostram a força da pintura figurativa nesta época de artes que não contam história nenhuma.
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Ela, Vânia, escreve sobre si mesma:
Ela, Vânia, escreve sobre si mesma:
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"O que me interessa é a PINTURA. Ver como se perpetua. Presto atenção em como a pintura continua contando segredos. Como mantém seu lugar entre as formas de expressão do mundo contemporâneo, como incorpora novas informações e se apresenta imprescindível. Gosto de quando a pintura deixa transparecer suas qualidades que são únicas: as camadas de tintas sobrepostas, escorridas, o peso da mão do artista. Procuro ser despojada em tudo. O colorido entra no trabalho como uma cor: o vermelho, o amarelo, o branco. As variações cromáticas, é engraçado, me fazem desviar a atenção e por isso as evito. O TRAÇO é preto, direto, delicado. Desenho puro. Contorna as formas, cria espaços com a perspectiva, delimita cores. Nos trabalhos feitos em partes, o que me agrada é a linha que surge, a DIVISÓRIA. Ela quebra o plano, embaralha o espaço e o tempo, transforma a imagem em algo dinâmico, em uma leitura não linear. As FIGURAS que faço são estereótipos. Não é esse homem ou essa mulher com determinadas características. É o homem, a mulher, apenas isso. Assim como uma xícara é uma xícara, uma cadeira é uma cadeira. Funcionam como ícones, simbolizam o que realmente são. As PALAVRAS entram tão naturalmente no trabalho como uma cor ou o desenho de um objeto. A quantidade de sílabas da palavra, sua pronúncia, tudo faz parte. Ela cria, juntamente com a cor e o desenho, uma tensão necessária que parece forçar o trabalho a vazar da parede."
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O site de Vânia Mignone é este aqui, mas lá as fotos dos trabalhos não são muito boas e não há, também, o tamanho de cada trabalho. Vânia Mignone está expondo na Mercedes Viegas Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro, de 03/09 a 01/10/2011.
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