
terça-feira, abril 17, 2007
vale qualquer coisa
a moça da folha fala nesse
vale qualquer coisa da arte
o rei está nu
mas poucos dizem isso
empurram na mídia imagens
de qualquer coisa insignificante
como se valor houvesse
qualquer foto desfocada é
contemporary art
a foto de um pato de louça
uma mulher que faz chocolates
em forma de partes do corpo
human body humano
e dá pro povo comer
enquanto ela artista circula
de vestido longo preto
vale qualquer coisa
melhor não falar disso
nem mostrar as qualquer coisa
vale qualquer coisa da arte
o rei está nu
mas poucos dizem isso
empurram na mídia imagens
de qualquer coisa insignificante
como se valor houvesse
qualquer foto desfocada é
contemporary art
a foto de um pato de louça
uma mulher que faz chocolates
em forma de partes do corpo
human body humano
e dá pro povo comer
enquanto ela artista circula
de vestido longo preto
vale qualquer coisa
melhor não falar disso
nem mostrar as qualquer coisa
Cerveny expõe "pequeno grande" mundo
Folha de São Paulo
Exposição individual no mezanino da Casa Triângulo reúne trabalhos feitos pelo artista nos últimos dez anos
GABRIELA LONGMAN
DA REPORTAGEM LOCAL
Em meio à onda do "vale qualquer coisa" que perpassa a arte contemporânea, a reflexão de Alex Cerveny é um pequeno respiro. Com desenhos, gravuras e pinturas que exibe a partir de hoje na galeria Triângulo, o artista paulistano apresenta seu mundo onírico, ora mágico, ora trágico, mas sempre detalhista, interessante, cheio de meandros. Os trabalhos apresentados -a maioria deles de pequenas dimensões- datam de seus últimos dez anos de produção. Embora o conjunto não seja tão impressionante quanto aquele apresentado na Estação Pinacoteca em agosto de 2005 (onde expôs cerca de 200 ilustrações), está mantida na pequena mostra a fina sensibilidade irônica que permeia a trajetória do artista. É assim com a dupla de gravuras "Gracias a la Vida" e "Gracias a la Muerte", desfilar de personagens, seres encantados e símbolos, com infinitas referências. É assim com "Cidades Satélites", obra de 1997 que recentemente voltou da galeria Ruta Correa, em Freiburg (Alemanha), e que, segundo o artista, "resume o espírito da exposição". É assim, finalmente, com a "La Adoración del Cubo Blanco", deliciosa sátira sobre o universo da arte. "Não consigo considerar trabalhos de dez anos atrás como "velhos". Nessa exposição mostro coisas que eu guardava e que pensei que nunca seriam expostas, nunca... Alguns trabalhos "secretos'", diverte-se Cerveny em rápida entrevista à Folha, jornal para o qual trabalhou entre 1998 e 2005, como ilustrador da coluna de Bárbara Gancia, ocupando o posto que um dia fora de Leonilson. Em texto no convite, o artista comenta a dimensão dos trabalhos expostos: "Os pequenos formatos revelam minha predileção para o conforto portátil, mas o espaço que me interessa aqui é o mental", escreve Cerveny, trazendo um pouco de ar para uma sociedade que cada vez mais se esquece de pensar.
Tony Camargo
Uma pena que todo esse universo esteja confinado apenas no mezanino da galeria. Na sala principal, a Triângulo expõe sua novidade, o jovem curitibano Tony Camargo. Destaque na mostra Rumos e no Panorama do MAM-SP 2005, o artista apresenta sua primeira incursão pela pintura depois de passagens pelo desenho, fotografia e objetos. Em sua primeira individual na galeria, Camargo expõe grandes telas com desenhos circulares -experimento cromático derivado de sua pesquisa prévia com arte digital.
ALEX CERVENY E TONY CAMARGO Quando: abertura hoje, das 20h às 23h; de ter. a sáb., das 11h às 19h; até 5/5 Onde: Casa Triângulo (r. Paes de Araujo, 77, Itaim, tel. 0/xx/11/3167-5621) Quanto: entrada franca
Exposição individual no mezanino da Casa Triângulo reúne trabalhos feitos pelo artista nos últimos dez anos
GABRIELA LONGMAN
DA REPORTAGEM LOCAL
Em meio à onda do "vale qualquer coisa" que perpassa a arte contemporânea, a reflexão de Alex Cerveny é um pequeno respiro. Com desenhos, gravuras e pinturas que exibe a partir de hoje na galeria Triângulo, o artista paulistano apresenta seu mundo onírico, ora mágico, ora trágico, mas sempre detalhista, interessante, cheio de meandros. Os trabalhos apresentados -a maioria deles de pequenas dimensões- datam de seus últimos dez anos de produção. Embora o conjunto não seja tão impressionante quanto aquele apresentado na Estação Pinacoteca em agosto de 2005 (onde expôs cerca de 200 ilustrações), está mantida na pequena mostra a fina sensibilidade irônica que permeia a trajetória do artista. É assim com a dupla de gravuras "Gracias a la Vida" e "Gracias a la Muerte", desfilar de personagens, seres encantados e símbolos, com infinitas referências. É assim com "Cidades Satélites", obra de 1997 que recentemente voltou da galeria Ruta Correa, em Freiburg (Alemanha), e que, segundo o artista, "resume o espírito da exposição". É assim, finalmente, com a "La Adoración del Cubo Blanco", deliciosa sátira sobre o universo da arte. "Não consigo considerar trabalhos de dez anos atrás como "velhos". Nessa exposição mostro coisas que eu guardava e que pensei que nunca seriam expostas, nunca... Alguns trabalhos "secretos'", diverte-se Cerveny em rápida entrevista à Folha, jornal para o qual trabalhou entre 1998 e 2005, como ilustrador da coluna de Bárbara Gancia, ocupando o posto que um dia fora de Leonilson. Em texto no convite, o artista comenta a dimensão dos trabalhos expostos: "Os pequenos formatos revelam minha predileção para o conforto portátil, mas o espaço que me interessa aqui é o mental", escreve Cerveny, trazendo um pouco de ar para uma sociedade que cada vez mais se esquece de pensar.
Tony Camargo
Uma pena que todo esse universo esteja confinado apenas no mezanino da galeria. Na sala principal, a Triângulo expõe sua novidade, o jovem curitibano Tony Camargo. Destaque na mostra Rumos e no Panorama do MAM-SP 2005, o artista apresenta sua primeira incursão pela pintura depois de passagens pelo desenho, fotografia e objetos. Em sua primeira individual na galeria, Camargo expõe grandes telas com desenhos circulares -experimento cromático derivado de sua pesquisa prévia com arte digital.
ALEX CERVENY E TONY CAMARGO Quando: abertura hoje, das 20h às 23h; de ter. a sáb., das 11h às 19h; até 5/5 Onde: Casa Triângulo (r. Paes de Araujo, 77, Itaim, tel. 0/xx/11/3167-5621) Quanto: entrada franca
segunda-feira, abril 16, 2007
colin harbut
encontrei desenhos de colin harbut
artista de long beach, california.
as pinturas à oleo
oil painting
não são boas,
bad bad bad very bad
mas os desenhos são bons
mais aqui.
sexta-feira, abril 13, 2007
susan bee
eu ia fazer um post falando da porcaria que é um tal patoque está em exposição na nara roesler, isso me lembra
que uma jornalista da folha de sao paulo disse,
acertadamente, que hoje qualquer coisa vale, em arte,
por conta disso, digo eu, tentam nos ludibriar com
qualquer coisa, mas que cara de pau meusdeusdocéu
mas aí eu disse pra mim que botar aquele pato aqui
kill the duck
mate o pato mate o pato
era valorizar demais o pato
aí eu vi esse desenho de susan bee
que não conheço-conhecia
gostei do desenho que foi capa de uma revista
de poesia e cultura chamada sibila
desenho misto de colagem, e eu tarado
adoro desenho com corpo de mulher, nu então!
e gostei do desenho, do corpo, das setas,
das manchas no corpo
encontrei outros artworks de susan bee
mas não gostei deles, não,
só desse
susan bee
quarta-feira, abril 11, 2007
gil vicente

gil vicente fez outra coleção de desenhos
pornográficos a nanquim sobre páginas
de livro.
a exposição na galeria nara roesler,
vendo assim pela internet que é como
pude ver
parece que desvaloriza os desenhos
primeiro porque há duas exposições
ao mesmo tempo
a outra (de marcos chaves) feita
de imagens desconexas e desinteressantes
a de gil vicente parece não conter apenas
os desenhos pornográficos e sim misturar
estes com outros trabalhos de temáticas
díspares
tudo junto (na internet - não sei ao vivo)
resulta como um arranjado
terça-feira, janeiro 23, 2007
sexta-feira, janeiro 19, 2007
carlos zilio 2
eu vi sem querer no uol, que saiu um livro da cosacnaify sobre a obra de carlos zilio e no mesmo uol vi as fotos de algumas obras. gostei e não gostei. gosto dos trabalhos com letras, daquelas letras que temos as fôrmas para escrever nos trabalhos de escola, gosto disso, gosto das máscaras e caras de boneco. entretanto, o que não gostei foi de que alguns trabalhos apresentam aquele conhecido tom de panfleto, de denúncia, de reclamo contra as injustiças do mundo. isso, imho, sempre localiza por demais a obra, torna a obra superficial, destinada, endereçada, isso!, a leitura fica endereçada, comprometida. olhando esses artworks mais comprometidos lembro dos desenhos recentes de gil vicente na série inimigos, que também são irremediavelmente localizados, datados.veja por exemplo ainda, em carlos zilio, aquela marmita que dentro tem uma máscara amarela escrito lute, quer coisa mais óbvia? mais desarte? tudo isso apenas me parece porque nada sei.

quinta-feira, janeiro 18, 2007
matthew frederick davis hemming

i like it.
i like all human body drawings.
i like all female bodies.
i like all women bodies drawings.
to see more about matthew click here.
quarta-feira, janeiro 17, 2007
geraldo de barros





(este artigo foi publicado na folha de são paulo, as fotos foram colhidas na web)(this article about geraldo de barros was published in folha de são paulo, pics captured in web)
Revolucionário da imagem
Pioneiro da fotografia moderna no Brasil, Geraldo de Barros ganha caixa de dois livros que reúne duas séries históricas
MARIO GIOIA
DA REPORTAGEM LOCAL
"A fotografia de Geraldo de Barros se rege por um estatuto da ruptura." A avaliação do crítico de arte e curador Paulo Herkenhoff resume a decisiva obra de Geraldo de Barros (1923-1998), que, finalmente, ganha uma publicação que mostra toda a importância dele para as artes brasileiras.
A caixa que reúne duas de suas principais séries fotográficas, "Fotoformas" e a inédita em livro "Sobras", chega às livrarias nesta semana em lançamento da editora Cosacnaify.As imagens de "Fotoformas" foram feitas entre 1948 e 1952 e representam um dos momentos de subversão da linguagem fotográfica da época no Brasil, dominada então pelo pictorialismo, que se pautava por regras da pintura clássica. Teve nomes como Thomaz Farkas, 82, e German Lorca, 84, como parceiros dessa renovação.
"Acho que a série é o primeiro grande momento consistente da modernidade na fotografia brasileira, ainda que tardia", afirma o crítico de fotografia Rubens Fernandes Junior, organizador dos dois livros. "Naquele momento, ela se descola do seu habitat, que é o mundo visível. Essa produção e as "Sobras" podem ser vistas agora como marcos históricos."
"Ele tinha uma grande vontade de inovar, era radical mesmo", conta Farkas, companheiro dele no Foto Cine Clube Bandeirante e no laboratório de fotografia instalado em 1949 pelos dois no Masp (Museu de Arte de São Paulo), quando ainda estava na rua Sete de Abril, no centro da cidade.Barros diferencia-se de outros pioneiros modernos por ver a fotografia como um processo, que ultrapassava o momento do clique da imagem. Assim, fazia intervenções no negativo, aplicava tintas e criava sobreposições, entre diversas outras experiências."O real era só um ponto de partida. Ele acrescentava nanquim e guache, usava ponta-seca no negativo, cartões perfurados. Ao contrário dos seus colegas, ele fazia do negativo uma matriz, como se fosse uma gravura", avalia Fernandes Junior.
A série "Fotoformas" foi exposta inicialmente no Masp em 1950. Depois de redescoberta nos arquivos por sua filha Fabiana de Barros, ganhou mostra na Suíça em 1993, no Musée de L'Elysée, e no ano seguinte foi exibida no MIS (Museu da Imagem e do Som), onde teve catálogo desenhado pelo próprio artista. Esgotado, foi reproduzido integralmente no livro atual, que acrescenta textos de críticos como Herkenhoff, Pietro Maria Bardi (1900-1999) e Radhá Abramo, entre outros.Mas Geraldo de Barros, lembram seus contemporâneos, era um revolucionário cordial. "Era uma pessoa muito afável. Não deixava de ser crítico, tínhamos produções diferentes, mas nos ajudávamos muito. Ele me faz muita falta", diz Farkas."Acompanhei diversas experimentações das "Fotoformas", nelas ele mostrava muita criatividade", conta Lorca.
"Sobras"
O conjunto "Sobras", com mais de 300 imagens, é reunido agora em livro após ser exibido na mostra "A(s)simetrias", na galeria Brito Cimino, em São Paulo. A exposição foi premiada em 2006 na categoria fotografia pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).
A série, a última do artista, foi realizada a partir de registros familiares de Barros, feitos em temporadas de férias e em viagens com amigos. Nos anos 90, debilitado por sucessivas isquemias, tem a ajuda de uma assistente, Ana Moraes, para retrabalhar as imagens. "Ele parte de fotografias mais intimistas e, inserindo zonas brancas e negras ou recortando contornos, cria obras muito sofisticadas", diz Fernandes.A multiplicidade e o caráter inquieto de Barros também podem ser percebidos nas produções dele como designer e pintor. Nos anos 50 e 60 ele estava à frente da Unilabor, uma cooperativa que fabricava móveis, até hoje lembrada como exemplo de autogestão. "A radicalidade da obra de Geraldo se refletiu na gestão comunitária de processos produtivos e nos seus produtos seriados", diz o arquiteto Mauro Claro.
giuseppe ragazzini
através da your gallery que foi criada e tornada acessível pela saatchi gallery,encontrei os artworks de giuseppe ragazzini, encontrei o site dele também.
o site é bem feito e tem uma introdução bastante interessante.
os trabalhos são tudo que eu gostaria de fazer.
coloridos mas não positivos, interrogativos.
criamos imagens continuamente
as imagens não (nos) ajudam a compreender
o mundo
nada
ver dá prazer
as imagens de giuseppe me dão muito prazer
de olhar de circular o olhar.
cor
corpo humano corpo feminino.
para ver o site de giuseppe ragazzini click here.
para ver giuseppe ragazzini na your gallery click here.
terça-feira, janeiro 16, 2007
Marc Dumas

we need images.
nós precisamos de imagens.
todas as imagens já foram produzidas
e continuamos gerando imagens.
todos os rostos já foram desenhados
todos os corpos
de mulheres
e de homens.
as deformações
as abstrações.
necessidade de imagens
desejo de imagens
produzimos mais imagens
elas não nos ajudam a compreender
nada
produzimos mais imagens.
há prazer.
o trabalho de marc dumas é muito bom!
marc dumas's photos are very good!
segunda-feira, janeiro 15, 2007
Rui Vitorino Santos



a Saatchi Gallery criou a Your Gallery,
onde qualquer artista pode expor suas artworks.
através da your gallery encontrei os trabalhos de
rui vitorino santos em seu blog.
ele tem um trabalho diversificado,
entre desenhos, colagens e caixas,
boxes, boxes,
mas todos os trabalhos apresentam uma unidade,
o traço do desenhista.
alguns desenhos me fizeram lembrar da xilogravura
do nordeste do brasil,
woodcut,
em especial me lembrei de
gilvan samico.
gostei.
i like it.
sexta-feira, janeiro 12, 2007
Diário dos Olhos - Eyes's Diary
Diário dos Olhos é uma página web onde fotógrafosmostram suas fotos. Gostei de muitas, e essa
desse vestido na água, especialmente.
quinta-feira, janeiro 11, 2007
A little duchamp (no coments)

A little duchamp, IMHO.
author: Marta Strambi (Brazil, 1960)
title: Em tiras
year: 2003
i found this artwork in Revista MAC.
terça-feira, janeiro 09, 2007
Bellmer's sons

















filhos de bellmer
bellmer's sons
eu adoro bonecas
gosto de maltratar seus corpos
damage her bodies
despi-las, arrancar as cabeças,
retirar braços e pernas, deixar o tronco separado
do resto,
gosto de amarrá-las
bondage dolls
e sei que não sou original nisto tudo
neste mundo
i'm not creative in this
e sei que muita gente gosta disso
e faz
somos herdeiros de bellmer
we are bellmer's heirs
ou
apenas imitadores, sub
copiers, followers
e andando no flickr onde tenho andado
muito
e procurando por dolls
looking for nude dolls
encontro muitos bellmer
até sem saber que são bellmer
e os que sabem que são
in flickr very much bellmer's sons
nude doll
rape doll
burn doll
bondage doll
Oporto sadness 2
há em portugal em tudo de portugal
na música na língua na saudade
há em portugal uma imensa tristeza
tristesse sadness
portuguesa tristeza
there is in portugal
in everything of portugal
in music in language in saudade
there is in portugal
a huge sadness
tristesse sadness
portuguese sadness
na música na língua na saudade
há em portugal uma imensa tristeza
tristesse sadness
portuguesa tristeza
there is in portugal
in everything of portugal
in music in language in saudade
there is in portugal
a huge sadness
tristesse sadness
portuguese sadness
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Oporto sadness

(tudo é arte, nada é arte) (?)
(is everything art, is nothing art, is something art) (?)
(my apologies (for) (by) a very very bad bad english)
estou lendo um livro, problemas da estética, luigi pareyson
e as fotos do porto me dando essa tristeza.
oporto tristesse
oporto sadness
this pic i found in A Baixa do Porto.
Oporto Portugal

este
só para dizer que o porto me dá
a cidade do porto portugal me dá
uma imensa (o quê?)
saudade
nostalgia
melancolia
tristesse
ela me dá uma imensa alguma coisa
como estômago vazio
só o porto faz isso comigo
talvez porque o porto parece um recife muito
um recife paralelo
e outra vida ou.
(isso tudo porque vi agora essas tais fotos do porto)
(oporto sadness)
about Oporto Portugal.
this pictures i found in A Baixa do Porto
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Hans Bellmer
Janeys Journey
flickr's artists.in flickr, i found very artists.
i like janeys journey drawings, sex, human body, masturbation,
cats and dogs.
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